Planejamento tributário financeiro
A Reforma vai mexer no seu preço. A pergunta é quanto.
Saber que a carga tributária muda não ajuda a decidir nada. O que ajuda é saber quanto muda no seu caixa, na sua margem e no seu preço — apurado a partir do seu balancete, conta a conta, com o dispositivo legal ao lado de cada premissa.
É um trabalho de cálculo, não de opinião. E custa menos fazê-lo antes de reajustar preço do que descobrir o número depois, no resultado do trimestre.
O trabalho
Quatro perguntas que precisam de número, não de palpite
Impacto no caixa e na margem
Projetamos o efeito do IBS e da CBS sobre o resultado, a partir do seu próprio balancete: o que muda por linha de receita, o que muda por linha de custo, e em que momento da transição cada mudança pega. Não é a média do setor — é a sua estrutura de custo.
Sai daqui: Quadro de impacto por competência, com a premissa de cada linha declarada.
Precificação e repasse
Quanto da nova carga cabe no preço e quanto vai ter que ser absorvido. Simulamos cenários de repasse e mostramos o ponto em que a margem deixa de sustentar a operação — que é a informação que falta quando se decide reajuste no escuro.
Sai daqui: Simulação de preço e margem por cenário de repasse.
Aproveitamento de crédito
Percorremos o plano de contas e classificamos, com o dispositivo legal ao lado de cada linha, o que passa a gerar crédito, o que deixa de gerar e o que é condicional. Crédito que existe na lei e se perde por forma — documento, cadastro ou classificação errada — é prejuízo silencioso.
Sai daqui: Mapa de créditos conta a conta, com fundamento por linha.
Regime e estrutura
Reavaliamos regime de tributação, estrutura societária e localização de estabelecimento diante das novas regras. Arranjo que era eficiente até 2025 pode deixar de ser — e a hora de descobrir isso não é depois de reorganizar a operação em torno dele.
Sai daqui: Comparativo de regimes e recomendação fundamentada.
O momento
Isso se faz antes da decisão, não depois
O cálculo tem valor enquanto ainda dá para mudar de ideia. Depois que o preço foi para a tabela e o contrato foi assinado, ele vira só a explicação do que deu errado.
Antes de reajustar preço
Reajuste feito sem saber a carga nova erra para os dois lados: perde margem se ficar curto, perde contrato se passar do ponto.
Antes de assinar contrato longo
Contrato plurianual atravessa a transição inteira. Sem cláusula que reconheça a mudança de carga, o prejuízo fica com quem assinou.
Antes de reorganizar a operação
Mudança de estabelecimento, de fornecedor ou de estrutura societária muda o crédito. Decidir primeiro e calcular depois costuma custar caro.
Honorário
Condições definidas caso a caso
Valor, base, escopo e eventual êxito são definidos caso a caso, após a triagem e em instrumento escrito.
O contador da empresa permanece com a escrituração e a apuração. O planejamento não substitui nem audita o trabalho contábil: ele responde a uma pergunta que a escrituração não responde sozinha — quanto a mudança de regra vale, em dinheiro, para esta operação específica.
As projeções partem da legislação vigente na data do trabalho e das premissas declaradas no relatório, e são sensíveis a alterações normativas e a regulamentação ainda pendente. Cada premissa vem identificada, para que possa ser conferida e revista.